17 de dezembro de 2009

Pensamento do dia


Um fazendeiro coleccionava cavalos e só lhe faltava uma determinada raça.

Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo e
atazanou-o até conseguir comprá-lo.

Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:

- Bem, o seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este
medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e, caso ele
não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.

Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram
o medicamento e foram embora.

O porco aproximou-se do cavalo e disse:

- Força amigo! Levanta daí, senão serás sacrificado!!!

No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco
aproximou-se do cavalo e disse:

- Vamos lá amigão, levanta-te senão vais morrer! Vamos lá, eu ajudo-te
a levantar... Upa! Um, dois, três.

No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:

- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode
contaminar os outros cavalos.

Quando foram embora, o porco aproximou-se do cavalo e disse:

- É agora ou nunca, levanta-te depressa! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar!

Óptimo, vamos, um, dois, três, agora mais depressa, vá... Fantástico!
Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Tu venceste, Campeão!!!

Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo a correr no campo e gritou:

- Milagre!!! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... "Vamos matar
o porco!!!"

Reflexão:
Isto acontece com frequência no ambiente de trabalho. Dificilmente se
percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso, por isso
saber viver sem ser reconhecido é uma arte. Se algum dia alguém te
disser que o teu trabalho não é de um profissional, lembra-te:

"Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic".

Agora diz-me: és um porco ou um cavalo?

15 de dezembro de 2009

Petição para limitação pecuniária das reformas


Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa

A)- Considerandos

1.1 – A Segurança Social debate-se com enormes carências orçamentais.
1.2 – A diminuição da natalidade provocará um desiquilibrio estrutural nos orçamentos futuros.
1.3 – As reformas mais baixas, de tão ridículas, ofendem a dignidade humana.
1.4 – As reformas mais altas, incluindo as permitidas nas Instituições Bancárias e Empresas Públicas, constituem um intolerável abuso das classes dominantes.
1.5 – Os reformados com valores de dezenas de milhares de Euros por mês, terão, durante a sua vida profissional, amealhado o suficiente para, inclusivamente, dispensarem tão chorudas quantias.
1.6 – A solidariedade humana deve ser uma constante do comportamento cívico dos Portugueses. Quem muito ganhou, mais deve redistribuir.

B)- Propõe-se;

1.1 – Que seja criado um limite máximo para o valor das reformas pagas pelo Estado Português. Como limite máximo, sugere-se 5.000 Euros/mês
1.2 – Que nas Empresas e Organismos Privados e Públicos seja também criado um limite máximo – sugere-se o mesmo valor, sendo que os excedentes deverão constituir um fundo de garantia a aplicar em situações de carência absoluta e/ou para prover ao pagamento de medicamentos e realização de operações cirúrgicas a quem não tenha meios suficientes.

Os Peticionários

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