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12 de fevereiro de 2012
Exemplo de humanidade...ou tartarugalidade.
Como vemos, até os animais que são considerados inferiores aos humanos, conseguem dar o exemplo de verdadeira humanidade... ou será de verdadeira tartarugalidade?
7 de fevereiro de 2012
A história de um povo...
Era uma vez um homem engravatado que se deslocou a uma aldeia e
que gritava, a quem o queria ouvir, que comprava, dinheiro em mão, todos
os burros que lhe quisessem vender por 100 euros.
Os aldeões acharam o caso um pouco estranho mas o preço era tentador e assim, alguns deles venderam os seus burros.
No dia seguinte, o homem oferecia desta vez 150 euros por cada burro.
Muitos foram os aldeões que venderam os seus burros. No dia seguinte, o
homem voltou e ofereceu 300 euros aos que ainda não tinham vendido os
seus burros. Por fim, quando constatou que apenas sobrava um burro, o
homem disse que voltaria daí a uma semana e que compraria os burros que
houvesse por 500 euros.
No dia seguinte, confiou o conjunto dos burros que tinha comprado ao seu
sócio para que este voltasse à aldeia para vender cada burro por 400
euros. Perante a possibilidade de realizar um benefício de 100 euros,
aquando da semana seguinte, os aldeões compraram todos os burros, mas,
para tal, tiveram que pedir dinheiro emprestado.
Como seria de esperar, os dois homens foram para umas férias bem
merecidas, num paraíso fiscal, enquanto que os aldeões ficaram com os
seus burros sem qualquer valor e endividados até ao pescoço, estavam
arruinados.
Os pobres aldeões bem tentaram vender os seus burros para poder pagar as
dívidas, mas sem sucesso, porque a cotação dos burros tinha descido. Os
animais foram então penhorados pelo banqueiro que tinha emprestado o
dinheiro aos aldeões, mas o valor desses burros não era suficiente para
cobrir a dívida.
Então o banqueiro foi ter com o presidente da câmara chorando e dizendo
estar arruinado senão reouvesse o dinheiro dos empréstimos que tinha
feito à comuna.
Para evitar um desastre, o presidente de câmara em vez de dar o dinheiro
aos aldeões para que esses pudessem pagar as suas dívidas, deu o
dinheiro ao banqueiro. Mas agora com a sua tesouraria em dia, o
banqueiro não anulou as dívidas dos aldeões, nem as dívidas da aldeia,
agora sobreendividada.
Vendo a sua nota de rating à beira de ser descida e sufucada pelas taxas
de juros, a aldeia decide pedir ajuda às aldeias vizinhas, mas essas
responderam que não poderiam ajudar porque tinham sido vítimas da mesma
desgraça.
Sob os conselhos do experiente e desinteressado banqueiro, todas as
aldeias decidiram reduzir as suas despesas: menos dinheiro para as
escolas, para os programas sociais, para a conservação das
estradas,...aumentou-se a idade da reforma, foram suprimidos postos de
trabalho, baixaram-se os salários, e paralelamente aumentaram-se os
impostos. Dizia-se que era inevitável e que isso iria servir para
moralizar o comercio dos burros.
Esta triste história ainda fica mais triste quando sabemos que o
banqueiro e os dois homens vigaristas eram irmãos e viviam juntos numa
ilha das Bermudas, comprada com o suor do seu trabalho. Estes são
conhecidos como os irmãos "Mercado".
Generosamente prometeram financiar a campanha eleitoral do novo presidente da junta a ser eleito.
Esta história ainda não acabou, porque não sabemos o que fizeram então os aldeões.
E você, o que teria feito no lugar deles? O que irá fazer?
5 de fevereiro de 2012
Privatização...Qual o futuro?
Ao assistir a um documentário, observei uma definição da palavra privatização, que provém da palavra privare do Latim, e que mais tarde originou o vocábulo privar.
Então cheguei à conclusão de que privatização é um ato de privação, seja de comida, água, eletricidade, saúde, educação, etc.
Fico a pensar se a privatização será uma atitude responsável a médio e longo prazo...Hum! Será?
Será que, por exemplo, privar a população de educação e saúde terá um impacto construtivo sobre a sociedade em geral? Duvido... Seria o mesmo que pensar que uma equipa de futebol pode jogar e vencer se somente metade dos jogadores tiverem acesso às condições básicas para jogarem...
Essa estratégia é obsoleta para o desenvolvimento sustentável em todos os aspectos que abrange uma comunidade. A filosofia do "ganha-perde" é mesquinha e denota falta de visão; ao invés, a metodologia do "ganha-ganha" demonstra o oposto: visão, riqueza, prosperidade e, consequentemente, uma sociedade cada vez mais educada, culta e consciente.
A solução? Apenas penso em medidas de aplicação global para um mundo em "globalização".
O que me faz relembrar a frase do educador DeRose, sozinhos vamos mais rápido, mas juntos vamos mais longe.
3 de fevereiro de 2012
Segundas sem carnes... de todos os tipos!!
Esta é uma das mais significativas e efetivas ações em prol do bem-estar individual e coletivo.
E que tal o praticares?
Confere o vídeo.
E que tal o praticares?
Confere o vídeo.
10 de agosto de 2011
Nós somos a causa de tudo!
"Nós somos a causa de tudo!
A grande maioria das pessoas atribui à sorte, ao azar, ao acaso ou a um poder superior a causa e o comando de tudo que lhes acontece na vida. Com isso, jamais procuram verificar a verdade sobre os factos. Elas preferem optar por uma atitude conformista ou comodista, alimentando uma postura interna de vítimas que as faz sentirem-se coitadas.
Ficam hipnotizadas pela ideia de impotência diante de certos acontecimentos que consideram difíceis e sobre os quais não querem ter nenhum controlo ou responsabilidade.
É comum, nas situações dolorosas que as afectam a elas mesmas ou aos outros, as pessoas se acobardarem, em vez de resistirem com coragem e determinação. Quando não compreendem a causa de certos acontecimentos catastróficos, alguns justificam o seu comodismo com frases como: «Deus ou o destino quis assim» ou «Não aconteceu porque não era para ser». Outros preferem revoltar-se a procurar desvendar a verdadeira realidade dos factos. Reagir com comodismo ou revolta é preservar uma atitude de vítima.
O «vitimismo» é sem dúvida o maior empecilho ao progresso da humanidade.
Também pensa desta maneira? Acredita que sorte, azar, acidentes, catástrofes, dramas, alegrias, enfim, as coisas que acontecem na sua vida são independentes da sua vontade? Considera que o acaso provoca as situações ruins? Imagina que existe algo a movimentar a sua vida e que você mesmo não tem participação alguma? Pensa que os seus problemas são causados pela inveja dos outros ou pelo destino e não pela sua condição interna?
Se acredita nisso, provavelmente vive nas teias amargas do «coitado», pois deixa-se levar ao sabor dos acontecimentos, já que está sob o domínio de uma força que considera ser independente da sua vontade. Pensar desta maneira causa-lhe complicações e sofrimentos que reprimem a expressão da vida. Aquele que se julga vítima acredita que está no mundo para sofrer.
Alimentar pensamentos dessa ordem não lhe permitirá usar o seu poder de transformar os acontecimentos desagradáveis e edificar uma vida melhor.
A ideia de sermos vítimas das fatalidades não é a melhor concepção de vida. É inaceitável crer que um ser superior governe tudo como um déspota ou mesmo que é o acaso que provoca todos os contratempos na vida das pessoas. Assim também não se pode acreditar que a natureza é caótica a ponto de cometer alguns lapsos em seus intrincados mecanismos de funcionamento.
A natureza é sábia, portanto para toda a acção há sempre uma causa, mesmo quando a nossa inteligência não consegue alcançar o conhecimento dos processos da vida. Quem segue a sua intuição e busca uma outra visão dos acontecimentos, rompendo com a concepção do acaso e da injustiça, acaba encontrando as respostas para as ocorrências desagradáveis.
Experimente desafiar a ideia de fatalidade e busque a consciência das verdadeiras causas. Não acredite cegamente no que lhe foi passado. Procure obter uma vivência prática, observe as sensações do seu corpo, dê vazão à intuição. Esse procedimento possibilita desvendar a realidade dos acontecimentos.
O «vitimismo» é uma forma infantil de lidar com os factos.
De que modo então poderemos compreender os acidentes, as catástrofes e as situações problemáticas ou maravilhosas, se não cremos mais no acaso, se não responsabilizamos os outros, tampouco os atribuímos à vontade divina ou aos imperativos da vida?
Qual a explicação plausível para o que acontece de bom ou prejudicial na nossa vida?
A resposta é:
Você é a causa de tudo! É o centro de sua vida e senhor de seu próprio destino...."
Texto de Valcapelli & Gasparetto in Metafísica da Saúde
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