8 de junho de 2013

Brilhar faz bem...

O nosso maior receio não é que sejamos inadequados.
O nosso maior receio é que sejamos inestimavelmente poderosos!
É a nossa luz, não a nossa escuridão o que mais nos assusta.
Os atos insignificantes não servem ao mundo.
Não há nada de esclarecido no encolher para que os demais à nossa volta não se sintam inseguros. 
Todos nascemos para brilhar como fazem as crianças. Não é só nalgumas pessoas, é em todas!
E, enquanto deixarmos a nossa luz brilhar, inconscientemente, autorizamos os outros a fazer o mesmo.
Como estamos libertos do nosso própria receio, a nossa presença liberta automaticamente os outros...

Quote: Filme "Coach Carter"



25 de janeiro de 2013

Afinal, o que é Karma?

"Karma provém da raíz sâncrita Kr, agir, que deu origem aos termos Karma (ação) r Kriyá (atividade). Karma é uma lei natural, como a lei da gravidade. 
(...) 
Posteriormente, o conceito de Karma é importado pelo Ocidente e cristianizado, ou seja, é feita uma releitura com base nos princípios cristãos de culpa e pecado. Karma deixa de ser uma lei que está fora e além do bem e do mal, para tornar-se algo com conotação negativa, que se deve pagar com sofrimento.(...)
Cada ação (Karma = ação) protagonizada gera inexoravelmente uma reação, ainda que a ação incial tenha sido apenas palavra ou pensamento. Então, devemos tomar muito cuidado com o que dizemos e com o que pensamos, não por uma razão meramente moral, mas por saber que não haverá como furtar-nos à responsabilidade das consequências."

Extraído do livro:  Karma e Dharma, DeRose



20 de setembro de 2012

O segredo do sucesso é a constância do propósito.


Você não fracassa por fazer as coisas erradas. Fracassa por desistir ao fazer as coisas erradas.

A diferença entre um fracasso e um sucesso não é aquilo que sai errado. Tanto os que fracassam quanto os que atingem o sucesso, em qualquer área da vida, cometem erros. Muitos cometem erros enormes. Deixe-me repetir isso para que Você compreenda: tanto os que fracassam, quanto os que atingem o sucesso, em qualquer área da vida, cometem erros. Muitas vezes, os mesmos erros. Você não fracassa por fazer as coisas erradas. Fracassar por desistir ao fazer as coisas erradas.
Em qualquer momento da história, em qualquer país do mundo, e, em qualquer mundo do Universo, não existe nenhuma diferença nos erros cometidos pelos que têm sucesso e os que têm fracasso. Nenhuma diferença. Na verdade, normalmente, os que levam os troféus da vida cometem erros maiores, mais caros e mais dolorosos do que aqueles que ficam comendo pipoca na arquibancada da existência. Naturalmente, a imagem que fica dos vencedores é aquela do podium, do momento em que o “herói” levanta o troféu. Mas é somente uma cena do filme da vida dos vitoriosos. A cena editada.
Quantas vezes Você viu Ayrton Senna deprimido, chorando, triste, bravo, suando enquanto reclamava que não conseguia fazer “Cooper” porque seu peito parecia doer? Provavelmente, nenhuma. Mas ele era humano, e, por isso, também fracassava. Ainda assim, Você tem a imagem do seu carro cruzando a linha de chegada, ele carregando a bandeira do Brasil e a música eternizada do “tan-tan-tannnn tan-tan-tannn”. Você se lembra dele no topo do podium, levantando o troféu. Você lembra do minuto da vitória. Apenas quem conviveu com ele lembra das horas de preparação, dos dias de esforço, das milhares de vezes que ele errou e, rapidamente, corrigiu seu rumo.
Você não fracassa por fazer as coisas erradas. Fracassa por desistir ao fazer as coisas erradas. Ayrton Senna cometeu todos os erros que um piloto pode cometer. Mas ele tinha um propósito e não desistiu jamais. Anote isso em sua mente: tanto os que fracassam, quanto os que atingem o sucesso, em qualquer área da vida, cometem erros. Muitas vezes, os mesmos erros. Mas os que têm sucesso não desistem. Eles continuam. Eles têm constância de propósito.
Você errou. Doeu, talvez não somente em Você, mas em outras pessoas. Você sofreu. Você teve sua carne marcada pela vida como o fazendeiro marca seu gado com ferro quente. Ótimo. Isso prova que Você está mais próximo do podium, mais perto de atingir seu sonho. Talvez a marca tenha sido causada por uma crise no casamento, um emprego perdido, um filho envolvido com o submundo, uma escolha errada na Universidade. Chore. Viva o sofrimento. Fique
triste, absorva a derrota. Não finja que não sofreu. Sofra. Você faz parte da raça humana, e isso é normal. Mas faça tudo isso somente na hora da queda. Assim que a vida tirar o ferro quente da sua carne, vire a página e, como Ayrton Senna, olhe a próxima pista, o próximo desafio, os próximos erros e a próxima vitória. Leve com Você a marca que a vida lhe deu. Ela é a parte de tudo de bom que Você é agora, ou vai ser.
Como disse Benjamin Disraeli, “o segredo do sucesso é a constância de propósito”. Você fez uma burrada? Excelente. Somente quem faz parte dos personagens do filme fazem burradas. Os outros pagam o ingresso no cinema para assisti-los. Entre no filme da sua vida. Você não fracassa por fazer as coisas erradas. Fracassa por desistir ao fazer as coisas erradas. Tente novamente, por mais improvável que seja. Tente. Tente. Tente!
Não importa o tamanho de sua queda, do seu erro, da sua derrota, você está mais próximo agora do que estava antes. Por isso, não desista. Jamais! “por Benjamin Disraeli”

16 de abril de 2012

Pújá :: Oferenda de energia


Pújá pode ter vários significados. Oferenda, honra ou retribuiçõa de energia ou de força interior, são formas pelas quais nos referimos ao pújá na estirpe Dakshinacharatántrika - Niríshwarasámkhya Yôga. Mas o termo pode significar também homenagem aos superiores, adorar, prestar culto, venerar, honrar, reverenciar. 
(...)
O conceito de pújá possui primeiramente duas divisões: báhya pújá (externo, expresso com oferendas materiais) e manasika pújá (interno, manifestado por meio de mentalização e atitude interior).
(...)
Na verdade, não importa o que você esteja ofertando. Importa é o sentimento, a intenção e a intensidade com os quais o pújá esteja sendo feito. A partir daí, podemos dizer que há um número infinito de variações, tanto de báhya pújá, quanto de manasika pújá.
Na prática regular de Yôga, aplica-se mais o manasika pújá, reservando-se o báhya pújá para circunstâncias cerimoniais, sociais e festivas.
(...)
O manasika pújá faz-se com profunda concentração e visualizando linhas, raios ou jatos de luz partindo do coração do praticante ou discípulo (dependendo do seu grau de identificação) em direção ao Mestre, envolvendo-o e impregnando-o com a energia de carinho, amor, lealdade e apoio daquele que transmite o pújá.

A visualização terá muito mais validade se for potencializada por um sentimento verdadeiro, honesto e intenso. Essa luz pode ser visualizada com a coloração amarelo-ouro, diáfana e brilhante, como o são em geral os fachos de luz, ou pode tomar as características cromáticas daquilo que se deseja melhor transmitir: se for saúde física e vitalidade, luz alaranjada; se for saúde generalizada com redução de stress, verde claro; se for paz e serenidade, luz azul celeste; se for afeto, rosa; se for para auxiliar uma superação kármica, violeta.

No entanto, de pouco adianta apenas visualizarmos cores ou mentalizarmos circunstâncias positivas se não pusermos mãos à obra. Seria muito semelhante àquelas pessoas que ficam só rezando para que a vida melhore, para que o dinheiro entre, para passar nas provas da faculdade, mas sem fazer por onde - esperando ganhar dinheiro sem trabalhar, ou ser aprovado nos exames sem estudar. Por exemplo, no pújá ao Mestre, como parte objetiva do pújá, é necessário realizar ações efetivas  e concretas (pújá Karman) em prol da obra e da pessoa do Mestre.

Na prática ortodoxa de SwáSthya Yôga convencionaram-se quatro segmentos de pújá:
  1. ) Bhavana pújá - ao local que acolhe os praticantes e que fica impregnado de forças positivas;
  2. ) Guru pújá - ao instrutor que ministra a prática em curso, representante de Shiva;
  3. ) Satguru pújá - ao Mestre vivo mais antigo da nossa linhagem, que transmite a ele a força de Shiva;
  4. ) Shiva pújá - ao criador do Yôga.
Para quê o pújá? 

A função do pújá é estabelecer uma corrente de sintonia entre o discípulo e o Mestre e, logo em seguida, realizar energeticamente o fenômeno dos vasos comunicantes: aquele que tem mais deixa fluir para aquele que tem menos. Quem tem mais força e conhecimento é o Mestre. Contudo, pela Lei Natural de Ação e Reação, se o discípulo tomar uma atitude vampiresca e parasitária de querer receber, gera um campo de força, de reação, que bloqueia tudo. Por outro lado, se o discípulo educado trata de somente enviar uma oferenda de bons sentimentos e mentalizações ao seu Mestre, gera-se um campo de força favorável à identificação entre ambos, consequentemente, ocorre um jorro de retorno àquele que fez a emissão original.
Mas atenção: não se faz pújá com segundas intenções, para receber o beneficio do retorno de energia. Isso seria sequela de uma educação religiosa deturpada, em que a pessoa quase sempre reza para pedir algo, ao invés de manifestar o comportamento mais digno que seria orar para oferecer algo.

Para quem se faz pújá
(...) 
Quando entre pessoas, o púja faz-se somente em sentido ascendente, ou seja, do inferior ao superior hierárquico. Assim, um devoto pode fazer pújá à sua divindade, um filho pode fazer pújá ao seu pai ou mãe, e o discípulo ao Mestre, mas o contrário não.
(...)
O importante é o praticante saber que o pújá é a parte da etiqueta e das boas maneiras yôgis ( consulte o livro Método de boas maneiras deste autor).(...) O pújá é como se fosse o agradecimento prévio pelo que ainda vai ser feito. É um "muito obrigado" dito pelo aluno antes da aula, assim que chega para a classe. É a maçã que a criança leva espontaneamente para a sua professora primária. 
In Tratado de Yôga, DeRose

Bibliografia recomendada:
Pújá, a força da gratidão, Mestre Sérgio Santos




1 de março de 2012

Felicidade.



Estudos sobre a felicidade mostram que "apenas dez por cento da felicidade se deve àquilo que acontece na nossa vida, 50 por cento a factores genéticos e 40 por cento à forma como as pessoas encaram a vida. Assim, a felicidade relaciona-se não só com a personalidade, mas mais com a disposição, ou a forma estar, e "é neste sentido que temos de intervir, é nesta componente que podemos mudar".
André Soares.
Saiba mais em www.MetodoDeRose.org

18 de fevereiro de 2012

Maslow e a escala de necessidades


Abraham Maslow, psicólogo humanista, propôs uma classificação diferente das necessidades. Para ele há cinco tipos de necessidades: necessidades fisiológicas, necessidades de segurança íntima (física e psíquica), necessidades de amor e relacionamentos (participação), as necessidades de estima (autoconfiança) e necessidades de autorrealização. Essa nova classificação permitiu uma nova visão sobre o comportamento humano, que não busca apenas saciar necessidades físicas, mas crescer e se desenvolver.
Maslow organizou as necessidades em uma pirâmide, colocando em sua base as necessidades mais primitivas e básicas. O autor descreve uma diferença qualitativa entre as necessidades básicas e mais elevadas: as primeiras são necessidades defectivas ou deficitárias, ou seja, baseadas na falta e devem, assim, ser saciadas para evitar um estado indesejável, enquanto as necessidades dos níveis mais altos da pirâmide são necessidades de crescimento. Estas necessidades não buscam ser saciadas para se evitar algo indesejável, mas para se alcançar algo mais desejável.
A organização piramidal das necessidades implica, em primeiro lugar, que as necessidades mais em baixo são mais primitivas e urgentes do que as mais de cima; ao mesmo tempo, à medida que sobem na hierarquia as necessidades tornam-se menos animalescas (mais distantes do instinto) e mais humanas (mais próximas da razão). Assim, ao mesmo tempo em que é desejável atingir os níveis mais altos da pirâmide, as necessidades mais básicas são mais poderosas. Somente quando necessidades mais básicas estão saciadas - total ou parcialmente - torna-se possível partir para o próximo nível - ou melhor, o próximo nível se torna perceptível.

Fonte: Wikipédia.