20 de junho de 2014

Rubrica com Método

Lembre-se de que um "EX" é para toda a vida

"Esposa e marido costumam ter prazo de validade. Ex.mulher e ex-marido são para o resto da vida. Este é o espírito da nossa política de boa vizinhança com projeção no futuro. Vamos explicar.

O ideal para todos nós seria que quando tivéssemos uma relação afetiva, a cada palavra, a cada flor, carinho o carta de amor, deveríamos estar o tempo todo considerando: "o que esta pessoa querida vai pensar se algum dia não estivermos mais juntos neste status de casal?"

Querer consertar a sua imagem ou o seu afeto depois que o relacionamento azedar, certamente, não dará mais tempo.

Então, desde agora vamos investir cada vez mais naqueles que se podem tornar futuros "ex" (ex-namorados, ex-cônjuges, ex-amigos, ex-clientes) enquanto eles ainda estão dentro, para o que respeito e o carinho sejam preservados para sempre."


DeRose in Método Para Um Bom Relacionamento Afetivo


27 de maio de 2014

Rubrica com Método

Quer ser Feliz?


Queremos todos o mesmo, viver felizes. Mas será que sabemos o que é preciso para atingir essa felicidade?

Este vídeo vai ajudar-nos a descobrir. 

17 de abril de 2014

Rubrica com Método

Não te posso contar...


Não te posso contar o quão serás feliz se fizeres da tua vida, a mais bela história de todas. Não por tudo ser belo e maravilhoso, mas por seres tu a tornar tudo mais bonito. 
Não te posso contar o quão alegre vais ficar sempre que alguém cozinhar o teu prato favorito. 
Não te posso contar o quão amado te vais sentir quando quem amas te oferece uma flor. 
Não te posso contar o quão frustado vais ficar quando não conseguires ajudar um amigo. 
Não te posso contar a mágoa que fica quando vemos partir alguém que gostamos.
Não te posso contar a nostalgia que irás sentir quando te lembrares dos tempos de escola. 
Não te posso contar a felicidade de veres uma criança a sorrir para ti. 
Não te posso contar o quão quente é o colo dos avós. 
Não te posso contar a segurança que a tua mãe te fará sentir em todos os momentos. 
Não te posso contar a magia que se sente ao soltar gargalhadas com os amigos. 
Não te posso contar o bom que é sentires intimidade com alguém. 
Desculpa não te contar nada disto! Não irias entender. 
Experimenta tu! Deslumbrares-te com a vida e descobrires tudo o que não te posso contar. 

E depois poderei contar-te o quão é bom partilharmos experiências que só podemos contar a quem já as viveu!

By Método DeRose Portugal

3 de abril de 2014

Rubrica com Método

O Pôr do Sol

" Quando o sol se punha, todos parávamos o que estivéssemos fazendo e ficávamos em pequenos agrupamentos observando o crepúsculo. As famílias se reuniam, as crianças se encarapitavam nos ombros dos mais velhos ou no colo dos pais. Os casais se acolhiam e se acariciavam. 

Essa era a hora de fazer as pazes, se alguém ainda estava ressentido com alguma coisa; era também a hora de recitar poesias, quase sempre compostas de improviso, ali mesmo.
Sempre foi muito fácil para o nosso povo compor poemas de amor, ao pôr do sol, pois os rostos ficavam docemente iluminados pelo alaranjado do sol poente."


DeRose In Eu Me Lembro... 

26 de março de 2014

Rubrica com Método

É para manhã ou poderias fazer hoje? 




Há quanto tempo estás à espera que a tua vida dê uma volta de 180º?!

Permite-me garantir que se continuares à espera nada irá a acontecer.

Nada te atrapalhará mais que a tua própria inércia, essa acomodação de quem reclama de tudo mas não faz nada para modificar.

Ficarias espantado se te dissesse que metade dos teus fracassos, são porque tiveste medo dos teus sucessos?

Atreve-te a ser um vencedor, atreve-te a viver!

Faz acontecer, mas hoje, porque como diria o Variações "amanhã podes nem sequer cá estar".

Raquel Santos por,





8 de junho de 2013

Brilhar faz bem...

O nosso maior receio não é que sejamos inadequados.
O nosso maior receio é que sejamos inestimavelmente poderosos!
É a nossa luz, não a nossa escuridão o que mais nos assusta.
Os atos insignificantes não servem ao mundo.
Não há nada de esclarecido no encolher para que os demais à nossa volta não se sintam inseguros. 
Todos nascemos para brilhar como fazem as crianças. Não é só nalgumas pessoas, é em todas!
E, enquanto deixarmos a nossa luz brilhar, inconscientemente, autorizamos os outros a fazer o mesmo.
Como estamos libertos do nosso própria receio, a nossa presença liberta automaticamente os outros...

Quote: Filme "Coach Carter"



25 de janeiro de 2013

Afinal, o que é Karma?

"Karma provém da raíz sâncrita Kr, agir, que deu origem aos termos Karma (ação) r Kriyá (atividade). Karma é uma lei natural, como a lei da gravidade. 
(...) 
Posteriormente, o conceito de Karma é importado pelo Ocidente e cristianizado, ou seja, é feita uma releitura com base nos princípios cristãos de culpa e pecado. Karma deixa de ser uma lei que está fora e além do bem e do mal, para tornar-se algo com conotação negativa, que se deve pagar com sofrimento.(...)
Cada ação (Karma = ação) protagonizada gera inexoravelmente uma reação, ainda que a ação incial tenha sido apenas palavra ou pensamento. Então, devemos tomar muito cuidado com o que dizemos e com o que pensamos, não por uma razão meramente moral, mas por saber que não haverá como furtar-nos à responsabilidade das consequências."

Extraído do livro:  Karma e Dharma, DeRose



20 de setembro de 2012

O segredo do sucesso é a constância do propósito.


Você não fracassa por fazer as coisas erradas. Fracassa por desistir ao fazer as coisas erradas.

A diferença entre um fracasso e um sucesso não é aquilo que sai errado. Tanto os que fracassam quanto os que atingem o sucesso, em qualquer área da vida, cometem erros. Muitos cometem erros enormes. Deixe-me repetir isso para que Você compreenda: tanto os que fracassam, quanto os que atingem o sucesso, em qualquer área da vida, cometem erros. Muitas vezes, os mesmos erros. Você não fracassa por fazer as coisas erradas. Fracassar por desistir ao fazer as coisas erradas.
Em qualquer momento da história, em qualquer país do mundo, e, em qualquer mundo do Universo, não existe nenhuma diferença nos erros cometidos pelos que têm sucesso e os que têm fracasso. Nenhuma diferença. Na verdade, normalmente, os que levam os troféus da vida cometem erros maiores, mais caros e mais dolorosos do que aqueles que ficam comendo pipoca na arquibancada da existência. Naturalmente, a imagem que fica dos vencedores é aquela do podium, do momento em que o “herói” levanta o troféu. Mas é somente uma cena do filme da vida dos vitoriosos. A cena editada.
Quantas vezes Você viu Ayrton Senna deprimido, chorando, triste, bravo, suando enquanto reclamava que não conseguia fazer “Cooper” porque seu peito parecia doer? Provavelmente, nenhuma. Mas ele era humano, e, por isso, também fracassava. Ainda assim, Você tem a imagem do seu carro cruzando a linha de chegada, ele carregando a bandeira do Brasil e a música eternizada do “tan-tan-tannnn tan-tan-tannn”. Você se lembra dele no topo do podium, levantando o troféu. Você lembra do minuto da vitória. Apenas quem conviveu com ele lembra das horas de preparação, dos dias de esforço, das milhares de vezes que ele errou e, rapidamente, corrigiu seu rumo.
Você não fracassa por fazer as coisas erradas. Fracassa por desistir ao fazer as coisas erradas. Ayrton Senna cometeu todos os erros que um piloto pode cometer. Mas ele tinha um propósito e não desistiu jamais. Anote isso em sua mente: tanto os que fracassam, quanto os que atingem o sucesso, em qualquer área da vida, cometem erros. Muitas vezes, os mesmos erros. Mas os que têm sucesso não desistem. Eles continuam. Eles têm constância de propósito.
Você errou. Doeu, talvez não somente em Você, mas em outras pessoas. Você sofreu. Você teve sua carne marcada pela vida como o fazendeiro marca seu gado com ferro quente. Ótimo. Isso prova que Você está mais próximo do podium, mais perto de atingir seu sonho. Talvez a marca tenha sido causada por uma crise no casamento, um emprego perdido, um filho envolvido com o submundo, uma escolha errada na Universidade. Chore. Viva o sofrimento. Fique
triste, absorva a derrota. Não finja que não sofreu. Sofra. Você faz parte da raça humana, e isso é normal. Mas faça tudo isso somente na hora da queda. Assim que a vida tirar o ferro quente da sua carne, vire a página e, como Ayrton Senna, olhe a próxima pista, o próximo desafio, os próximos erros e a próxima vitória. Leve com Você a marca que a vida lhe deu. Ela é a parte de tudo de bom que Você é agora, ou vai ser.
Como disse Benjamin Disraeli, “o segredo do sucesso é a constância de propósito”. Você fez uma burrada? Excelente. Somente quem faz parte dos personagens do filme fazem burradas. Os outros pagam o ingresso no cinema para assisti-los. Entre no filme da sua vida. Você não fracassa por fazer as coisas erradas. Fracassa por desistir ao fazer as coisas erradas. Tente novamente, por mais improvável que seja. Tente. Tente. Tente!
Não importa o tamanho de sua queda, do seu erro, da sua derrota, você está mais próximo agora do que estava antes. Por isso, não desista. Jamais! “por Benjamin Disraeli”

16 de abril de 2012

Pújá :: Oferenda de energia


Pújá pode ter vários significados. Oferenda, honra ou retribuiçõa de energia ou de força interior, são formas pelas quais nos referimos ao pújá na estirpe Dakshinacharatántrika - Niríshwarasámkhya Yôga. Mas o termo pode significar também homenagem aos superiores, adorar, prestar culto, venerar, honrar, reverenciar. 
(...)
O conceito de pújá possui primeiramente duas divisões: báhya pújá (externo, expresso com oferendas materiais) e manasika pújá (interno, manifestado por meio de mentalização e atitude interior).
(...)
Na verdade, não importa o que você esteja ofertando. Importa é o sentimento, a intenção e a intensidade com os quais o pújá esteja sendo feito. A partir daí, podemos dizer que há um número infinito de variações, tanto de báhya pújá, quanto de manasika pújá.
Na prática regular de Yôga, aplica-se mais o manasika pújá, reservando-se o báhya pújá para circunstâncias cerimoniais, sociais e festivas.
(...)
O manasika pújá faz-se com profunda concentração e visualizando linhas, raios ou jatos de luz partindo do coração do praticante ou discípulo (dependendo do seu grau de identificação) em direção ao Mestre, envolvendo-o e impregnando-o com a energia de carinho, amor, lealdade e apoio daquele que transmite o pújá.

A visualização terá muito mais validade se for potencializada por um sentimento verdadeiro, honesto e intenso. Essa luz pode ser visualizada com a coloração amarelo-ouro, diáfana e brilhante, como o são em geral os fachos de luz, ou pode tomar as características cromáticas daquilo que se deseja melhor transmitir: se for saúde física e vitalidade, luz alaranjada; se for saúde generalizada com redução de stress, verde claro; se for paz e serenidade, luz azul celeste; se for afeto, rosa; se for para auxiliar uma superação kármica, violeta.

No entanto, de pouco adianta apenas visualizarmos cores ou mentalizarmos circunstâncias positivas se não pusermos mãos à obra. Seria muito semelhante àquelas pessoas que ficam só rezando para que a vida melhore, para que o dinheiro entre, para passar nas provas da faculdade, mas sem fazer por onde - esperando ganhar dinheiro sem trabalhar, ou ser aprovado nos exames sem estudar. Por exemplo, no pújá ao Mestre, como parte objetiva do pújá, é necessário realizar ações efetivas  e concretas (pújá Karman) em prol da obra e da pessoa do Mestre.

Na prática ortodoxa de SwáSthya Yôga convencionaram-se quatro segmentos de pújá:
  1. ) Bhavana pújá - ao local que acolhe os praticantes e que fica impregnado de forças positivas;
  2. ) Guru pújá - ao instrutor que ministra a prática em curso, representante de Shiva;
  3. ) Satguru pújá - ao Mestre vivo mais antigo da nossa linhagem, que transmite a ele a força de Shiva;
  4. ) Shiva pújá - ao criador do Yôga.
Para quê o pújá? 

A função do pújá é estabelecer uma corrente de sintonia entre o discípulo e o Mestre e, logo em seguida, realizar energeticamente o fenômeno dos vasos comunicantes: aquele que tem mais deixa fluir para aquele que tem menos. Quem tem mais força e conhecimento é o Mestre. Contudo, pela Lei Natural de Ação e Reação, se o discípulo tomar uma atitude vampiresca e parasitária de querer receber, gera um campo de força, de reação, que bloqueia tudo. Por outro lado, se o discípulo educado trata de somente enviar uma oferenda de bons sentimentos e mentalizações ao seu Mestre, gera-se um campo de força favorável à identificação entre ambos, consequentemente, ocorre um jorro de retorno àquele que fez a emissão original.
Mas atenção: não se faz pújá com segundas intenções, para receber o beneficio do retorno de energia. Isso seria sequela de uma educação religiosa deturpada, em que a pessoa quase sempre reza para pedir algo, ao invés de manifestar o comportamento mais digno que seria orar para oferecer algo.

Para quem se faz pújá
(...) 
Quando entre pessoas, o púja faz-se somente em sentido ascendente, ou seja, do inferior ao superior hierárquico. Assim, um devoto pode fazer pújá à sua divindade, um filho pode fazer pújá ao seu pai ou mãe, e o discípulo ao Mestre, mas o contrário não.
(...)
O importante é o praticante saber que o pújá é a parte da etiqueta e das boas maneiras yôgis ( consulte o livro Método de boas maneiras deste autor).(...) O pújá é como se fosse o agradecimento prévio pelo que ainda vai ser feito. É um "muito obrigado" dito pelo aluno antes da aula, assim que chega para a classe. É a maçã que a criança leva espontaneamente para a sua professora primária. 
In Tratado de Yôga, DeRose

Bibliografia recomendada:
Pújá, a força da gratidão, Mestre Sérgio Santos




1 de março de 2012

Felicidade.



Estudos sobre a felicidade mostram que "apenas dez por cento da felicidade se deve àquilo que acontece na nossa vida, 50 por cento a factores genéticos e 40 por cento à forma como as pessoas encaram a vida. Assim, a felicidade relaciona-se não só com a personalidade, mas mais com a disposição, ou a forma estar, e "é neste sentido que temos de intervir, é nesta componente que podemos mudar".
André Soares.
Saiba mais em www.MetodoDeRose.org

18 de fevereiro de 2012

Maslow e a escala de necessidades


Abraham Maslow, psicólogo humanista, propôs uma classificação diferente das necessidades. Para ele há cinco tipos de necessidades: necessidades fisiológicas, necessidades de segurança íntima (física e psíquica), necessidades de amor e relacionamentos (participação), as necessidades de estima (autoconfiança) e necessidades de autorrealização. Essa nova classificação permitiu uma nova visão sobre o comportamento humano, que não busca apenas saciar necessidades físicas, mas crescer e se desenvolver.
Maslow organizou as necessidades em uma pirâmide, colocando em sua base as necessidades mais primitivas e básicas. O autor descreve uma diferença qualitativa entre as necessidades básicas e mais elevadas: as primeiras são necessidades defectivas ou deficitárias, ou seja, baseadas na falta e devem, assim, ser saciadas para evitar um estado indesejável, enquanto as necessidades dos níveis mais altos da pirâmide são necessidades de crescimento. Estas necessidades não buscam ser saciadas para se evitar algo indesejável, mas para se alcançar algo mais desejável.
A organização piramidal das necessidades implica, em primeiro lugar, que as necessidades mais em baixo são mais primitivas e urgentes do que as mais de cima; ao mesmo tempo, à medida que sobem na hierarquia as necessidades tornam-se menos animalescas (mais distantes do instinto) e mais humanas (mais próximas da razão). Assim, ao mesmo tempo em que é desejável atingir os níveis mais altos da pirâmide, as necessidades mais básicas são mais poderosas. Somente quando necessidades mais básicas estão saciadas - total ou parcialmente - torna-se possível partir para o próximo nível - ou melhor, o próximo nível se torna perceptível.

Fonte: Wikipédia.

12 de fevereiro de 2012

Parmegiana deliciosa!


Clicar sobre a imagem para ampliar

Exemplo de humanidade...ou tartarugalidade.


Como vemos, até os animais que são considerados inferiores aos humanos, conseguem dar o exemplo de verdadeira humanidade... ou será de verdadeira tartarugalidade?


7 de fevereiro de 2012

A história de um povo...

 
Era uma vez um homem engravatado que se deslocou a uma aldeia e que gritava, a quem o queria ouvir, que comprava, dinheiro em mão, todos os burros que lhe quisessem vender por 100 euros.
Os aldeões acharam o caso um pouco estranho mas o preço era tentador e assim, alguns deles venderam os seus burros.
No dia seguinte, o homem oferecia desta vez 150 euros por cada burro. Muitos foram os aldeões que  venderam os seus burros. No dia seguinte, o homem voltou e ofereceu 300 euros aos que ainda não tinham vendido os seus burros. Por fim, quando constatou que apenas sobrava um burro, o homem disse que voltaria daí a uma semana e que compraria os burros que houvesse por 500 euros.
No dia seguinte, confiou o conjunto dos burros que tinha comprado ao seu sócio para que este voltasse à aldeia para vender cada burro por 400 euros. Perante a possibilidade de realizar um benefício de 100 euros, aquando da semana seguinte, os aldeões compraram todos os burros, mas, para tal, tiveram que pedir dinheiro emprestado.
Como seria de esperar, os dois homens foram para umas férias bem merecidas, num paraíso fiscal, enquanto que os aldeões ficaram com os seus burros sem qualquer valor e endividados até ao pescoço, estavam arruinados.
Os pobres aldeões bem tentaram vender os seus burros para poder pagar as dívidas, mas sem sucesso, porque a cotação dos burros tinha descido. Os animais foram então penhorados pelo banqueiro que tinha emprestado o dinheiro aos aldeões, mas o valor desses burros não era suficiente para cobrir a dívida.
Então o banqueiro foi ter com o presidente da câmara chorando e dizendo estar arruinado senão reouvesse o dinheiro dos empréstimos que tinha feito à comuna.
Para evitar um desastre, o presidente de câmara em vez de dar o dinheiro aos aldeões para que esses pudessem pagar as suas dívidas, deu o dinheiro ao banqueiro. Mas agora com a sua tesouraria em dia, o banqueiro não anulou as dívidas dos aldeões, nem as dívidas da aldeia, agora sobreendividada. 
Vendo a sua nota de rating à beira de ser descida e sufucada pelas taxas de juros, a aldeia decide pedir ajuda às aldeias vizinhas, mas essas responderam que não poderiam ajudar porque tinham sido vítimas da mesma desgraça.
Sob os conselhos do experiente e desinteressado banqueiro, todas as aldeias decidiram reduzir as suas despesas: menos dinheiro para as escolas, para os programas sociais, para a conservação das estradas,...aumentou-se a idade da reforma, foram suprimidos postos de trabalho, baixaram-se os salários, e paralelamente aumentaram-se os impostos. Dizia-se que era inevitável e que isso iria servir para moralizar o comercio dos burros.
Esta triste história ainda fica mais triste quando sabemos que o banqueiro e os dois homens vigaristas eram irmãos e viviam juntos numa ilha das Bermudas, comprada com o suor do seu trabalho. Estes são conhecidos como os irmãos "Mercado".
Generosamente prometeram financiar a campanha eleitoral do novo presidente da junta a ser eleito.
Esta história ainda não acabou, porque não sabemos o que fizeram então os aldeões.
E você, o que teria feito no lugar deles? O que irá fazer?

5 de fevereiro de 2012

Privatização...Qual o futuro?

Ao assistir a um documentário, observei uma definição da palavra privatização, que provém da palavra privare do Latim, e que mais tarde originou o vocábulo privar.
Então cheguei à conclusão de que privatização é um ato de privação, seja de comida, água, eletricidade, saúde, educação, etc.
Fico a pensar se a privatização será uma atitude responsável a médio e longo prazo...Hum! Será?
Será que, por exemplo, privar a população de educação e saúde terá um impacto construtivo sobre a sociedade em geral? Duvido... Seria o mesmo que pensar que uma equipa de futebol pode jogar e vencer se somente metade dos jogadores tiverem acesso às condições básicas para jogarem...
Essa estratégia é obsoleta para o desenvolvimento sustentável em todos os aspectos que abrange uma comunidade. A filosofia do "ganha-perde" é mesquinha e denota falta de visão; ao invés, a metodologia do "ganha-ganha" demonstra o oposto: visão, riqueza, prosperidade e, consequentemente, uma sociedade cada vez mais educada, culta e consciente.
A solução? Apenas penso em medidas de aplicação global para um mundo em "globalização".
O que me faz relembrar a frase do educador DeRose, sozinhos vamos mais rápido, mas juntos vamos mais longe.


3 de fevereiro de 2012

Segundas sem carnes... de todos os tipos!!

Esta é uma das mais significativas e efetivas ações em prol do bem-estar individual e coletivo.
E que tal o praticares?
Confere o vídeo.

10 de agosto de 2011

O poder da iniciativa.

Nós somos a causa de tudo!



"Nós somos a causa de tudo!

A grande maioria das pessoas atribui à sorte, ao azar, ao acaso ou a um poder superior a causa e o comando de tudo que lhes acontece na vida. Com isso, jamais procuram verificar a verdade sobre os factos. Elas preferem optar por uma atitude conformista ou comodista, alimentando uma postura interna de vítimas que as faz sentirem-se coitadas.

Ficam hipnotizadas pela ideia de impotência diante de certos acontecimentos que consideram difíceis e sobre os quais não querem ter nenhum controlo ou responsabilidade.

É comum, nas situações dolorosas que as afectam a elas mesmas ou aos outros, as pessoas se acobardarem, em vez de resistirem com coragem e determinação. Quando não compreendem a causa de certos acontecimentos catastróficos, alguns justificam o seu comodismo com frases como: «Deus ou o destino quis assim» ou «Não aconteceu porque não era para ser». Outros preferem revoltar-se a procurar desvendar a verdadeira realidade dos factos. Reagir com comodismo ou revolta é preservar uma atitude de vítima.

O «vitimismo» é sem dúvida o maior empecilho ao progresso da humanidade.
Também pensa desta maneira? Acredita que sorte, azar, acidentes, catástrofes, dramas, alegrias, enfim, as coisas que acontecem na sua vida são independentes da sua vontade? Considera que o acaso provoca as situações ruins? Imagina que existe algo a movimentar a sua vida e que você mesmo não tem participação alguma? Pensa que os seus problemas são causados pela inveja dos outros ou pelo destino e não pela sua condição interna?

Se acredita nisso, provavelmente vive nas teias amargas do «coitado», pois deixa-se levar ao sabor dos acontecimentos, já que está sob o domínio de uma força que considera ser independente da sua vontade. Pensar desta maneira causa-lhe complicações e sofrimentos que reprimem a expressão da vida. Aquele que se julga vítima acredita que está no mundo para sofrer.

Alimentar pensamentos dessa ordem não lhe permitirá usar o seu poder de transformar os acontecimentos desagradáveis e edificar uma vida melhor.

A ideia de sermos vítimas das fatalidades não é a melhor concepção de vida. É inaceitável crer que um ser superior governe tudo como um déspota ou mesmo que é o acaso que provoca todos os contratempos na vida das pessoas. Assim também não se pode acreditar que a natureza é caótica a ponto de cometer alguns lapsos em seus intrincados mecanismos de funcionamento.

A natureza é sábia, portanto para toda a acção há sempre uma causa, mesmo quando a nossa inteligência não consegue alcançar o conhecimento dos processos da vida. Quem segue a sua intuição e busca uma outra visão dos acontecimentos, rompendo com a concepção do acaso e da injustiça, acaba encontrando as respostas para as ocorrências desagradáveis.

Experimente desafiar a ideia de fatalidade e busque a consciência das verdadeiras causas. Não acredite cegamente no que lhe foi passado. Procure obter uma vivência prática, observe as sensações do seu corpo, dê vazão à intuição. Esse procedimento possibilita desvendar a realidade dos acontecimentos.

O «vitimismo» é uma forma infantil de lidar com os factos.

De que modo então poderemos compreender os acidentes, as catástrofes e as situações problemáticas ou maravilhosas, se não cremos mais no acaso, se não responsabilizamos os outros, tampouco os atribuímos à vontade divina ou aos imperativos da vida?

Qual a explicação plausível para o que acontece de bom ou prejudicial na nossa vida?

A resposta é:
Você é a causa de tudo! É o centro de sua vida e senhor de seu próprio destino...."

Texto de Valcapelli & Gasparetto in Metafísica da Saúde