17 de abril de 2010

Um hamster que vê...

Terminei de ler um texto interessante de uma visão sobre o que aprendemos de forma subliminar ao longo de nossa educação académica.
Chamou-me especial atenção uma analogia sobre o que será melhor, ser consciente e lúcido ou manter-se na ignorância?...
[Ser um hamster que vê as grades da sua "prisão" ou ser um que não as vê... escolha difícil; a diferença é que o que vê as grades, pelo menos,talvez consiga sair dessa "prisão"]

E você, em que situação preferiria estar?

7 de abril de 2010

Reputação ou consciência? Eis a questão...



Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reaçcão de dor, o mestre soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando. O mestre tentou tirá-lo novamente e outra vez o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
-Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?

O mestre respondeu:
-A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de uma folha, o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida, e continuou:
-Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções.

Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.

“Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam? É escolha deles."


Bem Haja!

5 de abril de 2010

Vida de pipoca ou vida de piruá?

"A transformação do milho duro em pipoca macia é o símbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer. Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca. Para sempre! Assim acontece com a gente. 

As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteirinha. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser o fogo de fora: perder um amor, perder um filhos, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre. Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão.... Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação. Imagino que a pobre pipoca  fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca, dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. 

Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que é capaz. 
Aí, sem prévio aviso, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente que ela mesma nunca havia sonhado. Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam  a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A  presunção e o medo são a dura casca que não estoura! O destino dessas pessoas é triste: ficarão duras a vida inteira! Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada.
     Seu destino só pode ser o lixo. E você, o que é? Uma pipoca ou um piruá?"

27 de março de 2010

Beleza sustentável

A palavra sustentável define-se (entre outras coisas) como "prolongar, fortificar, perpetuar, instruir, edificar".

Esta informação é valiosa no sentido de perceber-mos a ligação entre a beleza sustentável alcançada com o  Método DeRose. Este, por sua vez, é uma proposta de life style coaching com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respi­ratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimora­mento da descontracção emocional e da concen­tração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao auto-conhe­cimento.

De uma forma simples podemos perceber que as técnicas induzem à beleza, ou seja, uma perfeição agradável à vista!

A sustentabilidade vem com a prática realizada regularmente, de forma a perpetuar, fortificar e prolongar este método que torna-se um estilo de vida, uma filosofia prática de vida.

Consegue imaginar um grupo de pessoas com uma beleza sustentável? Eu sim.
São pessoas que cultivam a arte de viver de acordo com uma cultura que catapulta-o à meta mais alta da espécie humana: o auto-conhecimento!
Tudo isto de uma forma agradável e descontraída, usufruindo do melhor que a vida nos pode proporcionar: auto-suficiência, saúde, bem-estar, conforto e satisfação!

Isto é beleza sustentável!

“Tu não tens de prever o futuro, mas sim de o permitir.”
Antoine de Saint-Exupéry

21 de março de 2010

Made in Portugal

Uma abordagem muito interessante!



O ZÉ, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.
Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).
Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).
Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular  (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.
Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in Índia), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.
Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italia), o Zé decidiu relaxar por uns instantes.
Descalçou os seus sapatos (Made in Nederland), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e  pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL....

Talvez este texto devesse ser enviado aos consumidores portugueses.
 
O Ministério da Economia de Espanha estima que se cada espanhol consumir 150€ de produtos nacionais, por ano, a economia cresce acima de todas as estimativas e, ainda por cima, cria postos de trabalho.
 
P.F. ponham este texto a circular. Pode ser que acorde alguém.


Bem Haja

10 de março de 2010

Solução

Um amigo me mandou uma história muito interessante, que explica em poucas palavras as ideias de giro financeiro e alavancagem. Explica também o que pouca gente entendeu: por qual motivo a solução para a crise, no início, era simplesmente incentivar o povo a gastar? A autoria do texto, infelizmente, eu desconheço, mas agradeço o envio da informação, para ser actualizada neste post.

"Veja só que matemática interessante:
Numa cidade, os habitantes, endividados estão vivendo as custas de crédito. Por sorte chega um gringo e entra no único hotel. O gringo saca uma nota de R$ 100,00, põe no balcão e pede para ver um quarto.
Enquanto o gringo vê o quarto, o gerente do hotel sai correndo com a nota de R$ 100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.
O açougueiro, pega a nota e vai até um criador de suínos a quem deve e paga tudo. O criador, por sua vez, pega também a nota e corre ao veterinário liquidar sua dívida.
O veterinário, com a nota de R$ 100,00 em mãos, vai até a zona pagar o que devia a uma prostituta (em tempos de crise essa classe também trabalha a crédito).
A prostituta sai com o dinheiro em direcção ao hotel, lugar onde levava seus clientes e que ultimamente não havia pago pelas acomodações, e paga a conta de R$ 100,00.
Nesse momento, o gringo chega novamente ao balcão, pede sua nota de R$ 100,00 de volta, agradece e diz não ser o que esperava, e sai do hotel e da cidade.
Ninguém ganhou um vintém, porém agora todos saldaram suas dívidas e começam a ver o futuro com confiança!
 
Moral da história: Quando o dinheiro circula, não há crise!"
 
Retirado de um post de Pedro Castro:



Mário Vendas
Instr. Método DeRose
www.MetodoDeRose.org